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18 de abril de 2026
em Policial
Reading Time: 2 mins read
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O médico Leandro Augusto de Sá foi preso na última quinta-feira (16), em Manaus (AM), durante ação conjunta das Polícias Civis do Pará e do Amazonas no âmbito da “Operação Escudo Feminino”.

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A prisão preventiva foi expedida pela Vara Única da Comarca de Terra Santa (PA) e cumprida por agentes da Delegacia Especializada de Proteção a Crianças e Adolescentes (DEPCA). O médico é investigado por uma série de crimes, incluindo abusos sexuais e processos por erro médico com desfecho fatal.

De acordo com as investigações, Leandro Augusto de Sá utilizava a posição profissional para cometer abusos. Em Terra Santa, ele é suspeito de violentar uma adolescente identificada pelas iniciais N.D.A. Já em Juruti (PA), há denúncia de que ele teria importunado sexualmente uma paciente, identificada como P.R.O.F., dentro do hospital municipal, caso que ganhou repercussão nas redes sociais.

Investigações e acusações

As apurações também apontam outro episódio no município de Juruá (AM), onde o médico possui mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime de importunação sexual. As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre esse caso.

Além dos crimes sexuais, o investigado responde a duas ações penais por homicídio culposo e uma por lesão corporal culposa na Comarca de Terra Santa. Em um dos casos, ocorrido em 2022, ele é acusado de causar a morte da vítima D.F.S. após conduta considerada negligente, ao conceder alta médica antecipada.

Detalhes dos casos de homicídio culposo

Já em 2024, Leandro Augusto de Sá teria sido responsável pela morte de E.N.T.S., que estava grávida. Segundo as investigações, a paciente recebeu doses elevadas dos medicamentos misoprostol e ocitocina, sofreu paradas cardíacas e morreu.

Ainda de acordo com a Polícia, o médico teria inserido informações falsas na declaração de óbito, sendo também indiciado por falsidade ideológica.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento e que novas vítimas não estão descartadas. Em nota, fontes ligadas ao caso afirmaram que “as ações integradas entre os estados são fundamentais para responsabilizar autores de crimes dessa natureza e garantir a proteção das vítimas”.

FONTE: Diario do Pará

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