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Remo explica por que gastou mais que o Paysandu no Mangueirão • DOL

igarapemiri.net por igarapemiri.net
3 de abril de 2025
em Últimas Notícias
Reading Time: 3 mins read
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Após a divulgação de um levantamento do DOL que comparou os custos operacionais de Clube do Remo e Paysandu em partidas do Campeonato Paraense no Mangueirão, o Leão Azul se manifestou por meio de nota oficial para esclarecer as diferenças nos valores gastos entre os clubes.

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No comunicado, os remistas justificam os números com base na expectativa de público e na logística adotada para os jogos. O clube destacou que fatores como a quantidade de portões abertos, número de profissionais envolvidos e a abrangência do serviço de alimentação influenciam diretamente nos custos.

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Segundo o Remo, o aluguel do Mangueirão segue uma tabela da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), que varia conforme a expectativa de público. Segundo os azulinos, o Papão alugou o estádio para até 10 mil torcedores, o Leão optou por um modelo que permitia até 30 mil pessoas.

Tal diferença teria elevado o custo de R$ 30 mil para R$ 40 mil. Esse fator impactou também o número de profissionais envolvidos na operação: cerca de 440 pessoas trabalharam no jogo do Remo, mais que o dobro das 190 presentes na partida do Paysandu.

Outro ponto destacado na nota está relacionado à segurança. Os azulinos argumentam que, por conta da maior estrutura operacional necessária para seu jogo, o gasto com segurança foi maior, totalizando R$ 65.480,00, enquanto o rival desembolsou R$ 34.039,10.

Além disso, o clube ressaltou que o lanche fornecido durante o evento foi disponibilizado não apenas aos agentes de segurança, mas a todos os profissionais envolvidos na partida, o que justificaria o custo mais elevado nesse item.

Ainda assim, a comparação entre os borderôs reacendeu o debate sobre a gestão financeira dos clubes paraenses e a necessidade de um planejamento detalhado para otimizar os recursos sem comprometer a qualidade dos eventos.

Há de se ressaltar que os torcedores remistas enfrentam muitos problemas na hora de entrar no estádio
📷 Há de se ressaltar que os torcedores remistas enfrentam muitos problemas na hora de entrar no estádio |Marcelo Seabra/Agência Pará

Confira a nota na íntegra:

O Clube do Remo esclarece ao seu torcedor que o borderô é um documento oficial e transparente de todas as despesas existentes no estádio. É importante que todos saibam que os cálculos são feitos previamente em uma estimativa de público no espetáculo, principalmente no que diz respeito à segurança.

Os números apresentados após a partida contra a Tuna estão numa normalidade e segundo o praticado no mercado. A diferença de valores que chamou atenção no comparativo com Paysandu x Águia se justifica pelas logísticas diferentes, exemplo: Paysandu alugou o estádio para receber um público de 10 mil pessoas, o Remo até 30 mil. Vale explicar que a Seel trabalha com 3 formas de aluguel: até 10 mil pessoas (R$ 30.000); de 10 a 30 mil pessoas (R$ 40.000); e de 30 mil até a carga máxima do estádio (R$ 60.000).

Essa definição acontece com antecedência durante reunião envolvendo os Clubes e os órgãos de segurança, quando é proposta a expectativa de público. Isso interfere diretamente na quantidade do staff, desde a entrada no estacionamento, portões de acesso, cadeiras, arquibancadas e gramado. No jogo de terça-feira, foram abertos apenas 2 portões do lado B totalizando somente 14 catracas. Já na quarta-feira, eram 4 portões somando 34 catracas. No jogo do Paysandu trabalharam cerca de 190 pessoas; no jogo do Remo, aproximadamente 440. O lanche disponibilizado pelo Paysandu atende exclusivamente aos órgãos de segurança, o Remo beneficia a todos que estejam trabalhando diretamente no jogo.

Talvez estes sejam os principais pontos, entre tantos outros, a serem esclarecidos ao torcedor para demonstrar a transparência e seriedade de quem trabalha pelo Clube com respeito ao maior interessado nisso tudo, que é o nosso torcedor.

FONTE: dol.com.br

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