
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira em São Paulo, em uma operação contra lavagem de dinheiro ligada ao PCC. Essa não é a primeira vez que ela se envolve em polêmica. As informações são de O GLOBO.
Natural de Pernambuco, Deolane ganhou projeção nacional a partir de 2021, após a morte de MC Kevin, que caiu da varanda de um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, em maio daquele ano.
Antes da fama, ela já atuava como advogada criminalista. Com a repercussão do caso, ampliou a atuação como influenciadora digital, acumulando contratos publicitários, participações em programas e presença no universo das apostas on-line.
Mãe de três filhos, Deolane tentou ainda investir na carreira musical em 2021. No ano seguinte, participou da 14ª edição de “A Fazenda”, reality show da Record, mas deixou o programa após a morte da mãe.
A primeira prisão
Em setembro de 2024, ela foi presa pela Polícia Civil de Pernambuco durante uma operação contra uma organização investigada por lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
Após deixar a prisão, Deolane passou a travar uma disputa pública com o delegado Paulo Godim, da Polícia Civil de Pernambuco, responsável pela investigação sobre jogos ilegais e lavagem de dinheiro.
A influenciadora acusou o policial de abuso de autoridade e afirmou que teria sido alvo de uma “prisão criminosa”.
Vida de luxo e nova prisão
Em publicações frequentes, exibe viagens internacionais, carros de luxo, joias e roupas de grife, além de divulgar plataformas de Bets. Na descrição do perfil no Instagram, ela mantém a frase: “Em Ti confio, Deus”.
Agora, Deolane é alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil em uma investigação sobre lavagem de dinheiro do PCC.
Segundo as autoridades, o esquema envolveria uma transportadora de cargas sediada no interior paulista, apontada como empresa utilizada pela cúpula da facção para movimentações financeiras ilegais.
Além de Deolane, a operação também teve como alvos Marco Herbas Camacho, apontado como líder máximo do PCC, o operador financeiro Everton de Souza, conhecido como “Player”, além de familiares ligados à organização criminosa.
Com informações de O Globo


