
Uma mulher foi assassinada a facadas dentro de um bar no município de Novo Progresso, no sudoeste do Pará. O crime ocorreu nesta quarta-feira, 5, e quebrou um período de 63 dias sem registros de homicídio, latrocínio ou feminicídio na cidade.
De acordo com informações do relatório das guarnições da viatura 4602, comandadas pelo tenente Rosivaldo, sargento Jones e soldado Dos Santos, do 46º Batalhão da Polícia Militar, as equipes foram acionadas por volta de 13h40 para averiguar a denúncia de um homicídio nas proximidades da rua Bélgica, no bairro Jardim América. O crime aconteceu dentro de um estabelecimento comercial conhecido como “Bar do Chagas”.
Ao chegar ao local indicado, os policiais confirmaram a ocorrência. A vítima, identificada apenas como Suelen, já estava sem vida.
Imagens do sistema de monitoramento do estabelecimento mostram o momento em que um homem entra no bar e ataca a vítima. O suspeito desfere diversos golpes de faca, principalmente na região do pescoço, e em seguida foge do local.
Informações preliminares apontam que o crime pode ter sido motivado por vingança. Segundo relatos colhidos pela polícia, o suspeito seria irmão de um homem que teria sido morto pela própria vítima alguns meses atrás, em um garimpo de Novo Progresso.
Após o crime, os responsáveis pelo estabelecimento entregaram as imagens das câmeras de segurança às guarnições. As gravações mostram parcialmente as características físicas do suspeito. As informações foram repassadas à Polícia Civil, que agora conduz as investigações.
Investigação em andamento
Equipes da Polícia Militar continuam em diligências para localizar o autor do homicídio. A suspeita é de que ele tenha fugido para um garimpo da região.
Suelen já havia sido presa anteriormente pelo homicídio ocorrido no garimpo, mas respondia ao processo em liberdade.
Mobilização policial e busca pelo suspeito
O comandante do CPR X, coronel Marcio Abud, informou que policiais do 46º Batalhão seguem mobilizados na busca pelo suspeito. Ele teria sido reconhecido por meio das imagens das câmeras de segurança e também por testemunhas que estavam no local no momento do crime.


