
De acordo com informações preliminares, a vítima era proprietária de um açougue na área e foi encontrada sem vida dentro do próprio estabelecimento. As primeiras apurações indicam que o crime pode ter relação com a recusa do comerciante em pagar uma suposta “taxa” exigida por integrantes de facções criminosas que atuam na região.
O homicídio ocorreu na mesma avenida onde outros crimes recentes foram registrados, o que tem aumentado a preocupação de moradores e comerciantes diante da escalada da violência no bairro.
No fim de janeiro de 2026, um sargento da reserva da Polícia Militar do Pará foi executado a tiros dentro de uma farmácia no Curuçambá. Conforme as investigações, suspeitos entraram no estabelecimento e efetuaram diversos disparos contra o policial.
Poucos dias depois, em 5 de fevereiro de 2026, Arlen Coimbra da Silva de Jesus, conhecido como “Brutus”, de 29 anos, também foi assassinado a tiros no mesmo bairro. Ele estava dentro da própria barbearia quando pelo menos cinco homens participaram da ação criminosa, sendo que dois deles entraram no local para efetuar os disparos.
Investigação e Suspeitas
A sequência de execuções na mesma área reforça a suspeita de disputas e ações coordenadas por grupos criminosos. O caso deste sábado será investigado pela Polícia Civil, que busca identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.


