quarta-feira 4, fevereiro 2026
IGM Notícias
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias
Sem resultados
Veja todos os resultados
IGM Notícias
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias
Sem resultados
Veja todos os resultados
Sem resultados
Veja todos os resultados
IGM Notícias

por
15 de novembro de 2025
em Policial
Reading Time: 5 mins read
A A
CompartilharCompartilharEnviarEnviarEnviar

Maria Odinéia Corrêa foi assassinada a mando da própria filha. Foto: Internet

Em 28 julho de 2012, Belém foi surpreendida por um crime brutal que abalou a opinião pública: a servidora da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Maria Odinéia Corrêa, de 52 anos, foi assassinada dentro de casa, na avenida Tavares Bastos, bairro da Marambaia. O que mais chocou a todos não foi apenas a violência do crime, que foram nove facadas, mas o fato de a principal mandante do assassinato ser sua própria filha, Aretha Caroline Corrêa de Sales, então com 22 anos. A condenada ficou conhecida como a Suzane Von Richthofen do Pará, pela semelhança com o famoso crime retratado na Série Tremembé.

A vítima antes de receber as facadas, foi amarrada. Tudo aconteceu na casa onde Maria Odinéia morava com a filha e o neto, fruto do relacionamento de Aretha e um dos suspeitos. As investigações apontaram que Aretha e o namorado, Raphael de Souza Silva (e pai de seu filho), planejaram o homicídio motivados por interesses financeiros e patrimoniais.

Para executar o plano, contrataram dois homens, Rosivaldo Gemaque Lima e Carlos Alessandro Duarte, oferecendo o que houvesse de valor na casa, desde dinheiro, joias e até o carro da vítima, além de R$ 3 mil em pagamento.

O julgamento do caso teve início em novembro de 2013, presidido pelo juiz Edmar Pereira, no 1º Tribunal do Júri de Belém. Após dias de intensa disputa entre acusação e defesa, Aretha e Raphael foram condenados a 30 anos de prisão – 27 anos por homicídio qualificado e 3 por corrupção de menores, já que um adolescente também participou da trama.

Rosivaldo foi julgado por ser responsável direto pela execução e recebeu pena de 28 anos. Já o jovem Carlos Alessandro por participação no crime (montou guarda para o executor), mas foi absolvido.

Na época, em defesa dos acusados estavam os advogados: Calos Felipe Guimarães (de Aretha), Omar Sare (de Raphael Silva), Américo Leal (de Carlos Alessandro), e Marilda Cantal (de Rosivaldo Gemaque).

A tese de Aretha alegava que ela não sabia que a mãe seria assassinada. Dizia ainda que haveria um assalto planejado pelo namorado Raphael na casa da mãe e que a intenção era apenas “dar um susto”. Os advogados de Carlos Alessandro e de Raphael sustentam a negativa de autoria. Enquanto a advogada Marilda Cantal requereu a delação premiada para Rosivaldo, para obter uma pena menor.

Em 2015…

Dois anos depois, em 2015, o caso voltou aos holofotes com a anulação do julgamento. A decisão foi tomada pela 1ª Câmara Criminal Isolada do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), à unanimidade dos votos, que deram provimento ao recurso interposto pela advogada Marilda Cantal, acolhendo o recurso da defesa de Rosivaldo Gemaque.

Anulação do Julgamento e Novos Desdobramentos

O julgamento do recurso ocorreu no dia 27 de outubro de 2015, e foi relatado pela desembargadora Vera Araújo. Ela acatou o argumento de que o júri anterior havia ocorrido sem um laudo pericial, não realizado pelo Instituto Médico Legal (IML), que poderia comprovar a menor participação de Rosivaldo no crime, que foi condenado a 28 anos de reclusão em regime inicial fechado.

Os demais acusados, incluindo a filha da vítima, tiveram as sentenças fixadas em 30 anos de reclusão cada um. Com a decisão, todos os demais réus, incluindo a filha da vítima, Aretha, também seriam novamente submetidos a júri popular.

2018 – novo julgamento

O novo julgamento aconteceu em setembro de 2018. Desta vez, Aretha Corrêa foi condenada a 32 anos de prisão pelo assassinato da mãe. Rosivaldo teve a pena mantida em 28 anos. A sentença foi anunciada na noite do dia 11 de setembro.

O júri ouviu os réus durante todo dia 10 e também durante o dia 11 de setembro. Em depoimento, Aretha inocentou Raphael e disse que ele não teve participação alguma no crime. Antes, o júri já havia inocentado Carlos Alessandro.

Como resultado, Raphael e Carlos Alessandro foram absolvidos.

Absolvição e Retomada do Julgamento de Raphael de Souza Silva

2024 – novos desdobramentos

Raphael de Souza Silva já havia sido absolvido em 2018; mas o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) retomou o julgamento dele em junho de 2024.

*Entramos em contato com a assessoria de comunicação do TJPA, que não confirmou o andamento do caso e nem a resolução do julgamento de 2024. As informações prestadas seguem até o ano de 2018. O texto será atualizado caso as informações sejam disponibilizadas pelo TJPA.

Acompanhe todo sábado, no site do Diário do Pará, histórias de crimes que abalaram a sociedade paraense.

Leia outros casos famosos

FONTE: Diario do Pará

Veja mais

CompartilharTweetEnviarCompartilharEnviar
IGM Notícias




Portal de noticias de Igarapé-Miri





Institucional

  • Home
  • Quem somos
  • Termos de uso
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Últimas notícias
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias

© 2024 IGM Noticias - Desenvolvido por STK.

Sem resultados
Veja todos os resultados
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias

© 2024 Desenvolvido por STK.

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.