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6 de março de 2026
em Policial
Reading Time: 3 mins read
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A Justiça do Rio de Janeiro determinou a prisão do ex-goleiro Bruno Fernandes de Souza após o descumprimento de condições impostas para o cumprimento de pena em liberdade condicional. Condenado pela morte da modelo Eliza Samudio, o ex-atleta voltou recentemente aos gramados, mas a tentativa de retomada da carreira acabou novamente cercada por problemas judiciais e polêmicas fora de campo.

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A decisão foi tomada pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro depois que Bruno deixou de cumprir exigências básicas previstas na Lei de Execução Penal para manter o benefício do livramento condicional. Entre as obrigações estavam a formalização do benefício perante o Conselho Penitenciário e o comparecimento para assinar o chamado “termo de cerimônia”, etapa que oficializa as condições impostas ao condenado que passa a cumprir pena em liberdade.

Segundo o Ministério Público, o ex-jogador não foi localizado nos endereços informados à Justiça para concluir esse procedimento, o que caracteriza descumprimento das regras e levou ao pedido de revogação da condicional.

Bruno perde liberdade condicional depois de ir a jogo no Rio
Bruno perde liberdade condicional depois de ir a jogo no Rio

Diante da irregularidade, o Judiciário chegou a estabelecer um prazo de cinco dias para que Bruno regularizasse a situação junto ao Conselho Penitenciário. Caso não cumprisse a determinação, poderia ter a liberdade suspensa e ser novamente preso — o que acabou acontecendo com a revogação do benefício.

Bruno foi condenado em 2013 a mais de 22 anos de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver no caso que resultou na morte de Eliza Samudio, em 2010. A modelo desapareceu após denunciar ameaças e afirmar que o goleiro era pai de seu filho. Investigações apontaram que ela foi assassinada por pessoas ligadas ao atleta e teve o corpo ocultado.

Retorno Conturbado ao Futebol

Mesmo com a condenação, o goleiro conseguiu progressão de pena e passou a cumprir regime mais brando ao longo dos anos, o que permitiu que voltasse gradualmente ao futebol. Em 2026, ele foi anunciado como reforço do Vasco-AC e estreou no dia 19 de fevereiro em partida da Copa do Brasil.

A reestreia, porém, ocorreu em meio a uma crise que envolvia o próprio clube acreano. Na época, quatro jogadores da equipe estavam presos sob suspeita de participação em um caso de estupro coletivo contra duas mulheres. Os atletas negam as acusações, mas o episódio gerou forte repercussão e colocou o time no centro de uma controvérsia nacional.

Repercussão e Debate Público

Com a nova decisão da Justiça, a tentativa de ressocialização do ex-goleiro sofre mais um revés. O caso volta a reacender o debate público sobre os limites entre cumprimento de pena, reintegração social e o retorno de condenados por crimes graves ao cenário esportivo brasileiro.

FONTE: Diario do Pará

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