quinta-feira 26, fevereiro 2026
IGM Notícias
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias
Sem resultados
Veja todos os resultados
IGM Notícias
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias
Sem resultados
Veja todos os resultados
Sem resultados
Veja todos os resultados
IGM Notícias

por
26 de fevereiro de 2026
em Policial
Reading Time: 4 mins read
A A
CompartilharCompartilharEnviarEnviarEnviar

A Justiça da Paraíba condenou o padre Egídio de Carvalho Neto a cinco anos, seis meses e 20 dias de prisão pelo furto de 676 celulares doados pela Receita Federal ao Hospital Padre Zé, em João Pessoa. A juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho, da 3ª Vara Criminal da Capital, assinou a sentença em 13 de fevereiro e o Ministério Público da Paraíba divulgou a decisão.

Veja mais

Além da pena, a magistrada aplicou multa e determinou que o religioso devolva R$ 525 mil, valor correspondente aos aparelhos subtraídos, com correção. O assistente dele, Samuel Rodrigues Cunha, também foi condenado a quatro anos, sete meses e 16 dias de prisão, além de multa. Os dois iniciarão o cumprimento da pena em regime semiaberto.

O Instituto São José, mantenedor do Hospital Padre Zé, e a Arquidiocese da Paraíba devem receber o valor fixado para reparação. As defesas informaram que já recorreram.

Hospital Padre Zé, em João Pessoa, na Paraiba. Foto: divulgação

Os advogados sustentam que os réus são inocentes e afirmam que não há provas de participação direta no crime.
A denúncia que resultou na condenação integra a operação “Pai dos Pobres”, deflagrada entre agosto e setembro de 2023. Na época, Egídio dirigia o hospital e a Ação Social Arquidiocesana. Samuel chefiava o setor de tecnologia da informação da unidade.

Em maio de 2023, os dois viajaram a Foz do Iguaçu para receber mercadorias doadas pela Receita Federal, avaliadas em R$ 807 mil. O hospital deveria vender os produtos e usar os recursos para comprar ao menos uma ambulância nova. Em 1º de junho, 15 caixas com itens de maior valor seguiram para a sala da Presidência sem conferência por terceiros. Segundo o Ministério Público, o padre deu a ordem.

A conferência ocorreu apenas em 24 de julho. Funcionários constataram que 12 caixas estavam vazias. Ao final da contagem, o hospital identificou o desaparecimento de 676 celulares, avaliados em R$ 525 mil. O padre comunicou o furto à Polícia Civil e apresentou uma lista de itens, mas não incluiu os números de IMEI.

A Receita Federal forneceu os códigos e a polícia rastreou parte dos aparelhos. Um homem afirmou em depoimento que comprou celulares de Samuel.

A investigação também apontou que o sistema de câmeras do hospital parou de gravar em 26 de junho. A direção só avisou a empresa responsável três dias depois. Samuel operava o sistema interno.

Primeira condenação e prisão domiciliar

Essa é a primeira condenação criminal do padre Egídio, que responde a outras dez ações na Justiça paraibana. A Polícia Civil prendeu Egídio preventivamente na operação Indignus, em novembro de 2023. Em abril de 2024, a Justiça concedeu prisão domiciliar por questões de saúde, já que ele trata um câncer.

Investigação do Ministério Público

O Ministério Público da Paraíba afirma que identificou um suposto esquema de desvios que pode chegar a R$ 140 milhões. Segundo os promotores, o dinheiro deveria custear atendimento a pessoas pobres e a distribuição de alimentos a moradores de rua. Em vez disso, o padre teria adquirido imóveis e itens de luxo em nome próprio e de terceiros.

De acordo com as investigações, Egídio Neto tinha imóvel nesta área nobre da praia de Cabo Branco, em João Pessoa. Foto: divulgação

Os investigadores mapearam 19 imóveis atribuídos a Egídio Neto. Parte dos bens pode passar por alienação antecipada para garantir o ressarcimento ao erário e às entidades vítimas.

Em agosto de 2025, o MP-PB enviou parte das apurações ao Ministério Público Federal após identificar indícios de uso de recursos públicos federais nas supostas fraudes. As denúncias já oferecidas incluem acusações de lavagem e ocultação de bens e capitais, peculato, obstrução de Justiça e organização criminosa estruturada em múltiplos núcleos.

FONTE: Diario do Pará

CompartilharTweetEnviarCompartilharEnviar
IGM Notícias




Portal de noticias de Igarapé-Miri





Institucional

  • Home
  • Quem somos
  • Termos de uso
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Últimas notícias
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias

© 2024 IGM Noticias - Desenvolvido por STK.

Sem resultados
Veja todos os resultados
  • Home
  • Igarapé-Miri
  • Belém
  • Pará
  • Empregos
  • Loteria
  • Últimas notícias

© 2024 Desenvolvido por STK.

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.