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4 de fevereiro de 2026
em Policial
Reading Time: 3 mins read
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Uma investigação federal revelou que dois terrenos ligados ao ex-jogador Ronaldinho Gaúcho foram utilizados como lastro em operações financeiras que movimentaram R$ 330 milhões junto ao Banco Master, sem que as obras imobiliárias prometidas saíssem do papel. Segundo apuração do Ministério Público Federal (MPF), os recursos circularam principalmente por fundos vinculados à própria instituição, em uma engrenagem que chamou atenção das autoridades.

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De acordo com os investigadores, o Master atuava por meio do Fundo City 02, do qual era o único cotista, concedendo empréstimos a empresas que, por sua vez, repassavam quase todo o valor a fundos administrados pela gestora Reag, também liquidada pelo Banco Central. Parte dessas operações envolvia a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), títulos lastreados em créditos imobiliários, como financiamentos ou aluguéis futuros.

Emissão de CRIs e o Envolvimento de Ronaldinho Gaúcho

Em agosto de 2023, a Base Securitizadora emitiu R$ 330 milhões em CRIs para a S&J Consultoria, com lastro vinculado ao desenvolvimento de terrenos em Porto Alegre, incluindo as duas áreas atribuídas a Ronaldinho. Advogados do ex-atleta e sócios do empreendimento afirmaram, no entanto, que a operação imobiliária original havia sido cancelada e que o jogador não tinha conhecimento da emissão dos créditos.

Segundo a defesa de Ronaldinho, negociações com as empresas União do Lago e Melk ocorreram em 2021, mas não avançaram devido a pendências de licenciamento ambiental e IPTU. Darci Garcia da Rocha, sócio no projeto inicial, também declarou desconhecer a emissão dos CRIs e o destino dos recursos: “As parcerias imobiliárias com o grupo do Ronaldinho não foram para frente por desacordo comercial”, afirmou Maurício Haeffner, advogado do sócio, acrescentando que não houve aporte relevante de capital nos terrenos.

Investigações e Implicações Financeiras

Relatórios do Banco Central mostram que o padrão observado nesta operação se repetia em outras empresas: após emitir CRIs ou instrumentos de crédito, os valores captados eram realocados em fundos ligados ao Master e à Reag, em vez de financiar as obras prometidas. Ao registrar esses papéis como ativos, o grupo conseguia inflar artificialmente seus índices patrimoniais, criando uma percepção de solidez financeira e atraindo investidores.

As apurações também envolvem a Base Securitizadora, criada por César Reginato Ligeiro, e a S&J Consultoria. Mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, que apontou suspeitas de irregularidades envolvendo até R$ 1 bilhão em CRIs.

FONTE: Diario do Pará

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