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IGM Notícias

igarapemiri.net por igarapemiri.net
24 de abril de 2025
em Policial
Reading Time: 2 mins read
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Uma operação policial de grande complexidade, liderada pela Divisão de Combate a Crimes Contra Grupos Vulneráveis Praticados Por Meios Cibernéticos (DCCV), desmantelou um esquema de “romance scam” que resultou em prejuízo de R$ 500 mil a uma vítima do Pará. A ação contou com a colaboração de múltiplas instituições, incluindo o Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD/NIP/PC-PA) e a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), vinculadas à Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Veja mais

Como o golpe funcionou:
A vítima, uma mulher paraense, acreditava estar em um relacionamento virtual com um estrangeiro. Sob falsos pretextos afetivos, ela realizou transferências bancárias que somaram meio milhão de reais. Investigadores da DCCV rastrearam o dinheiro até as contas do suspeito, que usou criptomoedas para ocultar a origem ilícita dos valores.

Inovações no combate ao crime:
A Operação “Romance Scam” marcou um avanço histórico: pela primeira vez, a Polícia Civil do Pará obteve autorização judicial para apreender criptoativos e criar uma carteira virtual institucional para custodiar valores bloqueados. Durante as buscas, dispositivos eletrônicos e ativos digitais foram confiscados, e o suspeito foi preso preventivamente.

Declarações e Próximos Passos

Declaração da delegada Lua Figueiredo (DCCV):
“Esse caso é um marco no combate a crimes cibernéticos. Identificamos não apenas o estelionato, mas a lavagem de dinheiro via criptomoedas. Com a nova carteira virtual em nome da PCPA, garantimos a rastreabilidade e a segurança dos ativos apreendidos, seguindo rigorosamente a decisão judicial”, explicou a delegada, que coordenou a operação.

Próximos passos:
O investigado foi encaminhado à delegacia e aguarda julgamento. Seu celular foi periciado para coletar evidências digitais, enquanto os ativos bloqueados (incluindo bitcoins) permanecem sob custódia policial, aguardando decisão judicial definitiva.

FONTE: Diario do Pará

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